Mário de Andrade dá nome à biblioteca municipal central aqui da cidade de São Paulo!que está fechada para reforma,e assim ficará ainda por muito tempo!
Nessa poesia de Mário de Andrade que coloco aqui,ele expressa seu amor e familiaridade com muitos locais desta cidade! Coisa que muitos jovens hoje ainda não conseguem sentir!
A cidade que moramos é a nossa casa,e esta biblioteca que leva seu nome foi e ainda é para mim,
como uma extensão de minha casa! está a nos fazer muita falta!... Nadia Stabile - 26/05/08
Por Mário de Andrade
Quando eu morrer quero ficar,
Não contem aos meus amigos,
Sepultado em minha cidade,
Saudade.
Meus pés enterrem na rua Aurora,
No Paissandu deixem meu sexo,
Na Lopes Chaves a cabeça
Esqueçam.
No Pátio do Colégio afundem
O meu coração paulistano:
Um coração vivo e um defunto
Bem juntos.
Escondam no Correio o ouvido
Direito, o esquerdo nos Telégrafos,
Quero saber da vida alheia
Sereia.
O nariz guardem nos rosais,
A língua no alto do Ipiranga
Para cantar a liberdade.
Saudade...
Os olhos lá no Jaraguá
Assistirão ao que há de vir,
O joelho na Universidade,
Saudade...
As mãos atirem por aí,
Que desvivam como viveram,
As tripas atirem pro Diabo,
Que o espírito será de Deus.
Adeus.
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